{"id":1255,"date":"2016-01-29T21:50:44","date_gmt":"2016-01-29T21:50:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.tgreguol.com.br\/blog\/?page_id=1255"},"modified":"2016-02-15T18:11:23","modified_gmt":"2016-02-15T18:11:23","slug":"hotel","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.tgreguol.com.br\/blog\/hotel\/","title":{"rendered":"Hotel"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O carro novinho que ganhara de anivers\u00e1rio parecia n\u00e3o melhorar em nada a forma com que Eduardo Filho dirigia naquela estrada mal iluminada e encharcada.<br \/>\n&#8220;O problema est\u00e1 certamente entre o banco e a dire\u00e7\u00e3o!&#8221;, diria seu pai. &#8220;\u00c9 por isso que lhe dei um carro popular!&#8221; Velho muquirana! E para piorar sua total inabilidade a chuva ca\u00eda cruelmente do lado de fora do carrinho mil.<br \/>\nO engra\u00e7ado \u00e9 que sempre se sentira t\u00e3o seguro dentro de um carro e hoje, isso! Sentia que a porta ia cair, o vidro escorregaria para dentro e ele estaria ali, exposto a toda a chuva que Deus permite cair do c\u00e9u. Mas e da\u00ed? Seria apenas \u00e1gua. Tinha algo mais incomodando Eduardinho. Seria a noite? Seria o fato de a estrada estar totalmente escorregadia? Seria por estar dirigindo fora da cidade dois dias depois de ter tirado a maldita habilita\u00e7\u00e3o? Seria o jantar em fam\u00edlia que o aguardava? &#8220;Aquele monte de caipiras perguntando da minha vida!&#8221; Seria aquela \u00e1rvore com formato de gente carbonizada? Opa! Dudu j\u00e1 vira aquela \u00e1rvore alguma vez antes, na verdade j\u00e1 vira aquela \u00e1rvore umas tr\u00eas vezes antes! Sim, era isso que o deixava nervoso naquela noite: estava perdido, rodando em c\u00edrculos.<br \/>\nO que fazer agora? O celular! \u00c9 s\u00f3 ligar para o Sr. Eduardo e tudo ficar\u00e1 resolvido! Ele vai certamente reclamar por ser interrompido, reclamar que o mapa n\u00e3o \u00e9 para ficar no sof\u00e1 da sala, mas&#8230; E da\u00ed? O celular! Seu cora\u00e7\u00e3o j\u00e1 mais tranquilo lhe permite at\u00e9 se recostar no banco. Mas \u00e9 dif\u00edcil dirigir e falar ao celular ao mesmo tempo! Se bem que estacionar aqui \u00e9 loucura! Diminuiu a velocidade. Pronto, em breve estar\u00e1 em contato com seu chato por\u00e9m prestativo pai. Nada como ser um filhinho de papai.<br \/>\nAt\u00e9 que n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil dirigir dessa forma. Mas cad\u00ea o sinal? E o que aquele tronco faz no meio da estrada? Tarde demais. Desviar o salvou de destruir totalmente o carro. Mas aquele barulho de lata batendo o pai iria notar no exato momento em que entrasse pela porteira da fazenda. L\u00e1 estava nosso Eduzinho abra\u00e7ado na dire\u00e7\u00e3o outra vez, quase chorando, quando, do nada, sua sorte parece mudar.<br \/>\nUma placa! Uma placa indicando uma cidade! Quem se importa se o nome da cidade nos lembra algo desolado ou perdido? N\u00e3o h\u00e1 cidade com um nome desses. Poderia ser outro nome e a chuva atrapalhou a leitura. Mas \u00e9 uma cidade e l\u00e1 tem que ter um hotel. Um aconchegante, seco, seguro hotel de interior, com um monte de caipiras, um monte de caipiras iguais a sua fam\u00edlia. Um aconchegante hotel familiar. Com telefone.<br \/>\nO assustado filho de Sr. Eduardo entra onde a placa indica. N\u00e3o demorou muito, uns dez minutos, para chegar \u00e0 cidadezinha. Como era de se esperar, composta por uma pracinha bem cuidada, uma igrejinha reformada h\u00e1 pouco tempo, o coreto com flores ao redor, uma farm\u00e1cia j\u00e1 fechada, &#8220;t\u00edpica cidade do interior&#8221; e um hotel. Um hotelzinho, mas ainda assim, um hotel. Ao encostar o carro \u00e0 porta do &#8220;Grande Hotel&#8221;, notou que os dois pneus do lado esquerdo estavam sobre a cal\u00e7ada. Realmente seu saudoso pai estava certo, o problema era entre a dire\u00e7\u00e3o e o banco. A chuva n\u00e3o melhorara nada. Mas em breve algu\u00e9m do hotel viria busc\u00e1-lo com aqueles enormes e acolhedores guarda-chuvas. Em breve. Talvez n\u00e3o nesse hotel. Como se n\u00e3o bastasse a maldita viagem, ter se perdido, estragar um carro com dois dias de uso, agora ter\u00e1 que tomar um banho at\u00e9 entrar no hotel. &#8220;Que se danem as malas!&#8221; Hoje Duzinho ir\u00e1 dormir pelado enrolado no maior n\u00famero de cobertas poss\u00edvel.<br \/>\nAo entrar totalmente molhado naquele ambiente mal iluminado, ele pode ver uma tev\u00ea n\u00e3o muito nova cercada por poltronas de courinho. Assistindo \u00e0 tev\u00ea, sentada no ch\u00e3o em posi\u00e7\u00e3o de l\u00f3tus, uma angelical garotinha de mais ou menos dez anos. Numa mesa um pouco mais atr\u00e1s, perto da escada, encarando de forma d\u00e9bil um tabuleiro de xadrez daqueles pintados na mesa, havia um rapaz da mesma idade que ele. Um rapaz obviamente retardado. Sim, ele tinha algum problema mental. No balc\u00e3o, lendo jornal, estava um velho, fumando de forma pomposa. &#8220;Meu Deus do c\u00e9u&#8230;&#8221;, pensou, \u201conde foi que vim parar?\u201d Ser\u00e1 que ningu\u00e9m podia ajud\u00e1-lo? Ele era um cliente!<br \/>\nAo se aproximar, furioso, cansado e encharcado, Eduardinho bate o p\u00e9 numa eleva\u00e7\u00e3o. A topada foi a \u00faltima gota d&#8217;\u00e1gua, literalmente. \u201cMerda de cidade, merda de hotel! Por que \u00e9 que voc\u00eas n\u00e3o v\u00e3o todos para o inferno?&#8221; O retardado sorriu babando, o velho olhou com o canto dos olhos, a menininha angelical nem se mexeu, e essa foi toda a manifesta\u00e7\u00e3o que aquelas pessoas tiveram. Ao pedir um quarto: &#8220;N\u00e3o!&#8221;, o velho lhe disse com uma voz que parecia mais a de uma m\u00famia, provavelmente resultado do cigarro. Sem entender, o jovem pergunta novamente e novamente ouve &#8220;N\u00e3o!&#8221;. &#8220;Como assim?&#8221; &#8220;N\u00e3o \u00e9 n\u00e3o. Vai embora!&#8221;, disse o velho sem tirar os olhos do jornal.<br \/>\nA essa altura nada mais fazia sentido para Edu. Tudo era muito bizarro. Como assim, n\u00e3o querer um cliente? Eduardo tentou argumentar, mas aquele velho seboso n\u00e3o arredava os olhos do jornal. &#8220;N\u00e3o aceitamos pessoas que diminuem nossa cidade ou qualquer coisa dela!&#8221; As palavras trocadas em seguida n\u00e3o ajudaram em nada, mas pelo menos o velhote tirou os olhos da leitura e at\u00e9 se levantou para discutir. O demente come\u00e7ou a esmurrar a mesa e a garotinha virou a cabe\u00e7a na dire\u00e7\u00e3o da discuss\u00e3o. Falavam mais ou menos sobre ter orgulho da cidade e que, se ele quisesse dormir, que procurasse outro lugar. Nervos\u00edssimo, o jovem perdido deixa o hotel xingando Deus e o diabo por nomes pouco religiosos e batendo a porta de vidro.<br \/>\nA chuva ainda ca\u00eda pesada. Mas para que outro lugar poderia ele ir? \u201cMerda de cidade! Merda de hotel! Por que \u00e9 que eles n\u00e3o v\u00e3o todos pro inferno?&#8221;, gritou no meio da rua. Bem, algu\u00e9m ouviu isso. A garotinha e o rapaz retardado saem atr\u00e1s dele usando um bom e acolhedor guarda-chuva de hotel. A garota era o ser mais puro que j\u00e1 pisou na face da Terra. Talvez por isso tamb\u00e9m fosse estranha. Contrastava com o resto das pessoas que ele vira at\u00e9 ent\u00e3o. Ela chegou juntamente com o rapaz da s\u00edndrome e, a um metro de dist\u00e2ncia, disse: &#8220;Mo\u00e7o, se o senhor quiser, tem uma pens\u00e3o logo atr\u00e1s do hotel, descendo a rua e dobrando a esquina&#8230;&#8221; Dizendo isso, a garotinha sorriu e puxou o retardado: &#8220;Diz tchau pra ele, maninho!&#8221; A dupla d\u00e1 adeus com as m\u00e3os e sai tranq\u00fcilamente de volta ao hotel. Eduardo agradece em voz alta, sem demonstrar a total gratid\u00e3o interna &#8211; agora meio arrependido, com d\u00f3 dos dois.<br \/>\nDireciona-se \u00e0 pens\u00e3o. No caminho escorrega nos paralelep\u00edpedos e cai. Obviamente esse n\u00e3o era seu dia. Chegando l\u00e1 &#8211; s\u00f3 poderia ser ali -, v\u00ea a humilde porta do que antigamente fora apenas uma casa. Entra e olha ao redor. N\u00e3o h\u00e1 ningu\u00e9m. &#8220;Algu\u00e9m a\u00ed?&#8221; Espera por mais alguns instantes entre a total desesperan\u00e7a e a falta de opini\u00e3o completa. Uma senhora vem apressada, saindo por detr\u00e1s da cortina de bambus que separava aquela salinha do resto da pens\u00e3o. Uma senhora horrorosa vem fumando e se arrumando &#8211; talvez tivesse acabado de usar o banheiro. Gentil, mas ainda assim horrorosa. Onde ele j\u00e1 tinha visto aquele rosto antes? Quem se importa? A noite j\u00e1 tinha passado dos limites, tudo dera errado e ainda discutira com um velho que estava com os dois p\u00e9s na cova.<br \/>\nOs dois se entenderam bem. A velha tinha uma voz muito esgani\u00e7ada. Gentil, mas ainda assim esgani\u00e7ada demais. Ele explicou como fora parar ali, quem o indicara &#8211; pulou a parte em que falou uma enorme sequ\u00eancia de palavr\u00f5es para um velho de mais ou menos cem anos, mas o resto estava tudo ali. A velha pareceu meio indiferente as suas explica\u00e7\u00f5es, mas at\u00e9 agora ela fora a pessoa menos estranha da cidade &#8211; a n\u00e3o ser pelo seu DNA. Ela lhe ofereceu o que disse ser o melhor quarto. Na verdade ele n\u00e3o lembrava de ter visto mais nenhum. Tudo muito aconchegante, bem do interior. Comeu um belo jantar e foi deitar. &#8220;Acho que amanh\u00e3 cedo vou l\u00e1 ao hotel pedir desculpas, depois perguntar o quanto devo a essa boa velha!&#8221;, pensou, antes de deitar-se e dormir o sono dos exaustos&#8230; E de ter pesadelos muito estanhos nos quais o velho seboso se transformava na boa velha, e a velha carregava uma caixa de ferramentas, o que acabava salientando as varizes de sua perna. As varizes e os pelos. Tudo muito horr\u00edvel. \u201cDeve ter sido a gordura!\u201d Comida do interior. Gente simples que ainda n\u00e3o descobriu os males que isso faz.<br \/>\nNo meio da noite come\u00e7ou a ouvir um som cont\u00ednuo e cadenciado, algo como marteladas. Mas estava muito escuro e n\u00e3o conseguia ver nada pela janela. Sentiu uma leve dor de est\u00f4mago: &#8220;Definitivamente, foi a gordura!&#8221;<br \/>\nAo acordar notou que ainda estava tudo escuro. A porta estava trancada, a janela estava trancada. Eduardo Filho tentou abrir, tentou achar uma sa\u00edda, gritou, bateu, tentou usar o celular, mas estava sem conex\u00e3o, seu est\u00f4mago do\u00eda cada vez mais&#8230; Era fome. H\u00e1 quantas horas estava ali? E l\u00e1 de fora ainda ouviu uma voz fininha de crian\u00e7a falando com algu\u00e9m: &#8220;\u00c9, \u00e9 o homem daquela noite!&#8221; Alguma voz, com dificuldade, grunhiu alguma coisa. &#8220;O Vov\u00f4 n\u00e3o gosta de gente que desmerece nossa cidade!&#8221; Novamente um grunhido d\u00e9bil. &#8220;N\u00e3o importa se foi na semana passada ou n\u00e3o!&#8221; Novamente a voz torta. &#8220;Shhh! Ouviu isso? Ele est\u00e1 chegando! Vem, vem!&#8221; Outra pessoa chega com uma voz rouca &#8211; voz de m\u00famia, provavelmente alterada pelo cigarro: &#8220;Queridinha, voc\u00ea viu a an\u00e1gua do vov\u00f4?&#8221; O rapaz, totalmente desesperado, mas fraco pela fome, s\u00f3 tem um pensamento na cabe\u00e7a: \u201cMerda de cidade, merda de hotel! Por que \u00e9 que voc\u00eas n\u00e3o v\u00e3o pro o inferno?&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O carro novinho que ganhara de anivers\u00e1rio parecia n\u00e3o melhorar \u2026<\/p>\n<p class=\"continue-reading-button\"> <a class=\"continue-reading-link\" href=\"https:\/\/www.tgreguol.com.br\/blog\/hotel\/\">Leia Mais<i class=\"crycon-right-dir\"><\/i><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"nf_dc_page":"","_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"class_list":["post-1255","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Hotel - T. 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